A dívida da Americanas passou por profundas modificações estruturais desde o deferimento de sua recuperação judicial e a homologação de seu plano de soerguimento financeiro. O processo envolveu deságios expressivos, conversão de créditos quirografários em participação acionária (equity swap) e injeções de recursos frescos pelos acionistas de referência (como o trio de bilionários do pacto de acionistas original). Embora os relatórios financeiros periódicos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indiquem um alívio considerável no endividamento bruto de curto prazo e renegociações de obrigações bancárias de longo prazo, a empresa ainda carrega passivos operacionais e fiscais relevantes que são monitorados de perto pelos analistas de mercado.