O preço-alvo projetado para as ações ordinárias do Banco de Brasília raramente é encontrado em relatórios públicos de grandes bancos de investimento ou corretoras internacionais, uma vez que ativos com baixa liquidez na B3 costumam receber pouca ou nenhuma cobertura analítica contínua de Wall Street. Investidores que tentam estipular um valor justo para o papel costumam recorrer a cálculos fundamentalistas baseados no valor patrimonial por ação, nos lucros líquidos recorrentes e no histórico de distribuição de proventos da instituição controlada pelo governo local, sempre ponderando os riscos associados à governança corporativa e ao mercado restrito.